segunda-feira, 3 de maio de 2010

Blogagem Coletiva - Cor Laranja - Carência de Vitamina C - Meu bicho de manchas alaranjadas quase me mata do coração!

O escorbuto infantil é uma doença causada pela absorção inadequada de vitamina C (ácido ascórbico), geralmente devida à ingestão de fórmulas de leite de vaca, que têm uma carência desta vitamina e que requerem complementos.

Esta doença afeta normalmente as crianças entre os 6 e os 12 meses de idade. Os sintomas precoces incluem irritabilidade, falta de apetite e impossibilidade de aumentar o peso. A criança pode gritar ao mover-se e pode não mover as pernas devido à dor que a hemorragia provoca sob a fina camada de tecido que reveste os ossos. Em crianças maiores, a hemorragia pode ocorrer sob a pele e, além disso, podem sangrar facilmente as gengivas à volta dos dentes que estão a romper.

O escorbuto pode provocar anomalias ósseas nas costelas e nos ossos longos das pernas, porque a vitamina C é necessária à formação do tecido conjuntivo (tecido que mantém unidas as estruturas do corpo). Nas costelas, as ligações entre a cartilagem e o osso dilatam-se, formando uma fileira de nódulos chamada rosário do escorbuto. Pode também provocar uma cura deficiente das feridas.

Uma dieta adequada em vitamina C pode prevenir o escorbuto. Os citrinos e os sumos de frutas constituem excelentes fontes desta vitamina. As crianças alimentadas com papa devem receber 35 mg de vitamina C por dia (equivalente a 65 g de sumo de laranja ou de limão). As mães que amamentam devem tomar 100 mg de vitamina C por dia por via oral. Para o tratamento do escorbuto, a criança deve ingerir diariamente entre 100 mg e 200 mg de vitamina C por via oral durante uma semana e 50 mg diários posteriormente.

Fonte: Manual Merck
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A 15 dias, desde a Taquarinha foi doada, Nika, uma das minhas quatro gatas, veio emagrecendo, até que parou de comer, ficou prostada, e passou a ficar o dia todo dormindo em baixo das cobertas.

Nika
havia adotado o filhote, e possivelemente entrou em um tipo de depressão quando ficou sem sua filhinha.


Mas ela chegou no extremo de precisar de um veterinário sabe que dia? Dia 1 de maio, feriado. Ai que maravilha! Cadê a minha veterinária? Óbvio que não consegui achar. Fui a cata de outro. Nada. Qualquer um? Nadinha! Liguei para umas 8 clínicas no mínimo mas nada de plantão no feriado. Que absurdo! Eu já estava ficando desesperada pensando que ela podia não passar daquela noite, porque no sábado ela ficou realmente muito mal e ia acabar morrendo de inanição e podia em pouco tempo começar a ter falência dos órgãos.


Resolvi pedir um help e liguei para minha cunhada que fez um tempo de faculdade de veterinária e tem uma boa noção para tentar juntar com a minha leve noção médica e expliquei o caso. Ela me passou uma lista de remédios. Fomos na tentativa e erro. Algo precisava ser feito, e rápido.


Como não sou louca nem nada, li a bula de todos remédios antes de fazer qualquer coisa. Sorte que nenhum deles havia efeitos colaterais nem contra-indicações fatais. Apliquei a injeção e dei a primeira dose do pequeno coquetel.


Não demorou dez minutos e Nika estava se esvaindo em vômito.


Liguei novamente pra minha cunhada mais apavorada que a primeira vez e perguntei se dava pra eu dar Plasil para ela (remédio para alívio de vômito e diarréia). Dei o Plasil.

E foi aí que como uma Fênix o animal renasceu das cinzas. Em questão de algumas horas ela voltou a caminhar e resolveu tomar água. Que alívio!


Hoje - domingo - ela já está bemmmm melhorzinha, já comeu e até voltou a ronrronar. Os remédios estão dando resultados positivos.


Mas segunda igual ela já tem consulta marcada com a veterinária para garantir.


Esta é a Nika, meu bichinho com machinhas alaranjadas que quase me matou do coração neste fim de semana :)







sexta-feira, 30 de abril de 2010

Não se acostume com o que não o faz feliz

Não se acostume com o que não o faz feliz,

Revolte-se quando julgar necessário.

Alague seu coração de esperanças,

Mas não deixe que ele se afogue nelas.

Se achar que precisa voltar,

Volte!

Se perceber que precisa seguir,

siga!

Se estiver tudo errado, comece novamente.

Se estiver tudo certo, continue.

Se sentir saudades, mate-a.

Se perder um amor, não se perca!

Se o achar, segure-o!

Fernando Pessoa

terça-feira, 27 de abril de 2010

Segunda Tatuagem!

Ois!!!

Como eu havia falado que estava pronta pra outra, lá fui eu para minha segunda tattoo!


Desta vez doeu, mas nem tanto como no pé, que por sinal foi um horror. Teve horas que nem senti nada a não ser um pouco de pressão.


- Sobre o desenho:


Eu já queria a muito tempo fazer um tribal nesta mesma região, mas comecei a pensar em fazer algo com mais significado pra mim. Então pensando em símbolos e desenhos me veio a idéia do Olho de Hórus, que tem um toda uma história e simbolismo que eu amo.

Olho de Hórus ou 'Udyat' é um símbolo, proveniente do Egito Antigo, que significa Poder e Morte, relacionado à divindade Hórus. Era um dos mais poderosos e mais usados amuletos no Egito em todas as épocas.

Segundo uma lenda, o olho esquerdo de Hórus simbolizava o Céu e o direito. Durante a luta, o deus Seth arrancou o olho esquerdo de Hórus, o qual foi substituído por este amuleto, que não lhe dava visão total, colocando então também uma serpente sobre sua cabeça. Depois da sua recuperação, Horus pôde organizar novos combates que o levaram à vitória decisiva sobre Seth. Era a união do olho humano com a vista do falcão, animal associado ao deus Hórus. Era usado, em vida, para afugentar o mau-olhado e, após a morte, contra o infortúnio do Além. Costuma ser confundido normalmente com o olho da providência.

O Olho de Hórus e a grande serpente Anaconda que foi encontrada no rio nilo proveniente da amazonia na grande divisão da pangea, cuja serpente simbolizavam poder real tanto que os faraós passaram a maquiar seus olhos como o Olho de Hórus e a usarem serpentes esculpidas na coroa. Os antigos acreditavam que este símbolo de indestrutibilidade poderia auxiliar no renascimento, em virtude de suas crenças sobre a alma.

O Olho Direito de Hórus representa a informação concreta, factual, controlada pelo hemisfério cerebral esquerdo. Ele lida com as palavras, letras, e os números, e com coisas que são descritíveis em termos de frases ou pensamentos completos. Ele aborda o universo de um modo masculino.

O Olho Esquerdo de Hórus representa a informação estética abstrata, controlada pelo hemisfério direito do cérebro. Lida com pensamentos e sentimentos e é responsável pela intuição. Ele aborda o universo de um modo feminino.

Hoje em dia, o Olho de Hórus adquiriu também outro significado e é usado para evitar o mal e espantar inveja (mau-olhado), mas continua com a idéia de trazer proteção, vigor e saúde.

Fotos! Fotos!






Até a próxima!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Blogagem coletiva - Cor roxa/lilás - Ai! Uiii! Mais um hematoma! - Não consigo manter algumas vidas

Olá pessoas!

Vamos a mais uma blogagem coletiva, iniciativa 10 da Glorinha do Blog Café com Bolo.

A cor desta semana é a roxa ou lilás ou também violeta (se eu não for Daltônica) heheheh.

Bem, esta cor não é lá muito fácil de eu escrever sobre ela, porque não me leva a muitas lembranças, ou problemas gravíssimossssssss de saúde que devam ser alertados.

Mas comecei a pensar e pensar sobre o assunto e me lembrei de "dois roxos" na minha vida.

Primeiro roxo:

Caro blogueiro, se tu me conhecesse pessoalmente iria saber o quanto desastrada eu sou.


Minhas pernas, meus braços, quadril, dorso é um museu de arranhões (principalmente dos meus gatos), feridinhas e muitoooooosss HEMATOMAS. É roxo pra todo lado!

Acho que não passo um dia sequer sem cair ou me bater em alguma coisa. Sou tão desastrada que me bato TODOSSSS os dias fazem dois anos em um mesmo parafuso de uma porta. Claro, eu podia ter tirado o maldito dali, mas não, sempre esqueço porque minha memória pra este tipo de coisa também não é uma Brastemp.

Não sei como consigo fazer isso.

Todos dias consigo a façanha de adquirir um machucado novo.

Se vou fazer uma comida me corto com faca, se vou acender uma vela me queimo, se caminho uma hora me bato em alguma coisa, ou tropeço e machuco o pé, se brinco com o cachorro ele pula de brincadeira me arranha e me morde (e dói mesmo sendo de brincadeira). Enfim, sou um perigo pra mim mesmo. Como isso é possível???

Deixando de lado a tragi-comédia, sério, agora mesmo enquanto eu escrevia este post, eu tinha deixado uma nega-maluca no forno e fui tira-la pois estava pronta e advinha? Queimei o dedo indicador. Normal, lá fui eu para a pomadinha de queimadura e agora estou digitando com um indicador lesionado aqui.

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O segundo roxo da minha vida que me veio a mente foram as tão conhecidas flores, as violetas. Vou historiar o causo.

Acredito que tenho um dom e porque não dizer talento para cuidar das pessoas e animais. É algo que nunca forcei e sempre foi assim desde pequeninha. Pegava os bichinhos, cuidava, tratava etc, etc.

Depois veio a minha paixão devastadora pela medicina, por tratar, ajudar, por manter vivo.

Mas tem algumas vidas que não consigo manter.

Tentei diversas vezes ter uma planta. Sim, uma simples e pouco complexa planta. E não foi uma, foram realmente várias. TODAS morreram. Então desisti por uns anos dessa idéia.

Um dia me enchi de coragem, passei em um sebo, comprei uns livros e revistas sobre plantas e flores e fui escolher no supermercado na parte da floricultura as minhas novas "cobaias". Ah, lá estavam elas, as VIOLETAS.

Poxa, todo mundo tem uma violeta dentro de casa, não deve ser tão difícil assim cuidar delas... Pffff... Que ilusão!

Cheguei empolgada em casa. Arrumei um lugarzinho para elas (4 vasinhos no total) e fiquei a observá-las por algum tempo. Como sempre, a curiosade que matou o gato não demorou para bater nos meus 9 bichanos, e quase que como mágica aparecerem tudo na volta das coitadas cheirando, se esfregando e querendo mordiscar as folhas verdinhas e peludinhas.

Troquei de lugar de novo. Agora sim, ali ninguém pegaria, ou mascaria minhas novas filhas.

Tudo certo, fui aos livros para ler "os tutoriais de plantas e flores para iniciantes".

Depois de ler tudo, vi que não havia absolutamente nenhuma novidade para aquelas florzinhas. Mas fiz tudo exatamente como mandava o gabarito.

O primeiro dia passou e as 4 ainda estavam vivas. Ufaaaa! Consegui, pensei eu com ar vitória.

Acordei no segundo dia e fui correndo ver.

Não!!! Não podia ser!!! Uma delas já apresentava sinais de que estava ficando "doente" (?). Mas não desisti. Falei com uma biológa amiga que me deu uma dica. No inverno devido as temperaturas baixas eu deveria colocar uma água mais morninha, não quente, mas não podia ser fria.


Claro! Estava aí a solução!

E foi-se mais alguns dias fazendo exatamente assim.

Mas para minha infelidade minhas violetas não resitiram e foram morrendo uma a uma. Ai, que raiva! De novo não!

Desisti de plantas mais uns dois anos e lá fui eu.

Ah! Vou comprar uma planta mais simples desta vez.

- Esta não precisa fazer nada! Afirmou o rapaz da floricultura.

- Sei... Falei com tom irônico.

Comprei a monocotiledônea. Ela era da família das palmeirinhas e conforme o vendedor - com papo padrão de vendedor- ela era muitooooo resistente e não precisaria de nada além de um pouquinho de água.


É minha gente, a super-planta que sobreviveria ao holocausto, não durou uma semana nas minhas mãos.

Realmente há vidas que não consigo manter.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Estrelas do mar - O que tem feito pelo mundo?

Achei esta história a muito tempo atrás e guardei... Posso considerar uma continuação "historiada"do meu primeiro post deste blog na qual chamei de "o que tem feito pelo nosso mundo?"

Leia e reflita!


Era uma vez um escritor que morava em uma tranqüila praia, junto de uma colônia de pescadores.


Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde ficava em casa escrevendo.


Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar.
Ao chegar perto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.

"Por que está fazendo isso?"- perguntou o escritor.

"Você não vê! --explicou o jovem-

- A maré está baixa e o sol está brilhando.
Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia".

O escritor espantou-se.

"Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia.
Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma.

O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor.


"Para essa aqui eu fiz a diferença..".


Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, sequer dormir.

Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.


Sejamos, portanto, mais um dos que querem fazer do mundo um lugar melhor.


Sejamos a diferença!


Faça a diferença na sua vida!


Besitos y abracitos!