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domingo, 13 de março de 2011

Algumas verdades

Escrito por Regina Brett, 90 anos de idade, assina uma coluna no The Plain Dealer, Cleveland, Ohio.


"Para celebrar o meu envelhecimento, certo dia eu escrevi as 45 lições que a vida me ensinou. É a coluna mais solicitada que eu já escrevi."
Meu hodômetro passou dos 90 em agosto, portanto aqui vai a coluna mais uma vez:


1. A vida não é justa, mas ainda é boa.

2. Quando estiver em dúvida, dê somente o próximo passo, pequeno .

3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.

4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.

5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.

6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.

7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.

8. É bom ficar bravo com Deus Ele pode suportar isso.

9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.

10. Quanto a chocolate, é inútil resistir.

11. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.


12. É bom deixar suas crianças verem que você chora.

13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.

14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.


15. Tudo pode mudar num piscar de olhos Mas não se preocupe; Deus nunca pisca.

16. Respire fundo. Isso acalma a mente.


17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.

18. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.

19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e ninguém mais.


20. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.


21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use roupa chic. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.

22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.

23. Seja excêntrico agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.

24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.


25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você..

26. Enquadre todos os assim chamados "desastres" com estas palavras 'Em cinco anos, isto importará?'


27. Sempre escolha a vida.

28. Perdoe tudo de todo mundo.

29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.

30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo..


31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.

32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.


33. Acredite em milagres.

34. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez.


35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.

36. Envelhecer ganha da alternativa -- morrer jovem.


37. Suas crianças têm apenas uma infância.

38. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.

39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.

40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta.


41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.

42. O melhor ainda está por vir.


43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.

44. Produza!


45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.”

sábado, 8 de janeiro de 2011

De onde vem tanta crueldade?

Uma das marcas mais chocantes da personalidade humana é a crueldade. Basta prestar um pouco de atenção nos noticiários, nas pessoas à nossa volta e em nós mesmos.

Veja nos campos de futebol, ou em qualquer competição esportiva, onde as emoções ficam mais afloradas. Perceba também nos locais de trabalho, nas salas de aula. Em todos os casos, os que se saem bem das competições se sentem mais fortes, mais poderosos, mais espertos. Um prazer que, não raras vezes, extrapola os limites da sensação pessoal e se transforma em ações abertas de chacota e de humilhação contra os que não tiveram a mesma sorte.

E existem outras crueldades nem sempre percebidas como tal. Negar esforços para ensinar a ler e a escrever os que não sabem, escondendo deles o mundo e os direitos que têm, não é uma crueldade abominável? Não é crueldade dos professores, quando dão aulas de péssima qualidade aos estudantes justificando baixos salários, roubando-lhes o direito de aprender no tempo adequado os conhecimentos que farão falta no futuro? E quando se nega direito à vida aos animais, e quando se encara a violência contra eles como algo de menor gravidade do que maltratar os seres humanos? O que dizer dos médicos que não comparecem nos horários certos aos seus locais trabalhos abandonando pacientes? E dos políticos que desviam recursos públicos que deveriam ser destinados ao bem-estar de uma nação? É tudo crueldade, uma crueldade sem fim.

O ser humano é cruel nas relações com todas as vidas, inclusive com as vidas humanas. Não nasce assim, aprende a ser assim. É bom relembrarmos o óbvio. A crueldade é indiretamente proporcional ao espírito de solidariedade, à capacidade de enxergar o outro, à forma generosa de ver a vida. Como desejarmos um mundo melhor, se praticamos ações de crueldade todos os dias? É bom ter o termômetro dos opostos sempre à vista: mais crueldade, menos solidariedade, menos paz. Porque o discurso tão comum sobre a paz e contra a violência não tem a mínima eficácia diante do hábito da crueldade.

De onde vem tanta crueldade? Desde a infância aprendemos que devemos vencer sempre e, para vencer, somos lembrados permanentemente para não sermos perdedores, como alguém que tem nome e sobrenome. Você vai ficar que nem o fulano! Na escola, zoamos os feios, gordinhos, damos apelidos humilhantes aos colegas. Não é por acaso que bullying é corrente até nos locais de trabalho. A crueldade cresce de forma abundante no mundo contemporâneo movido a espírito egocêntrico.

Porque o que importa é vencer, mesmo que muitas vezes tenha que ser de forma ilegítima. Na sociedade individualista e competitiva é assim. Somos treinados para sermos assim. É fácil saber de onde vem a crueldade. Vem da educação que recebemos e, na vida adulta, quando já temos capacidade de discernir, do modelo de vida que escolhemos.

Mas como não se nasce já munido de crueldade, a não ser em casos de doença, ainda há esperanças. Não é fácil mudar a relação com todas as coisas da vida, é verdade. Entretanto, como a crueldade é algo que se aprende, a notícia maravilhosa é que podemos desaprendê-la se quisermos. Isso significa que ainda podemos ter um mundo melhor e uma vida de paz.

É mais simples do que parece. É só querer e começar sem esperar a iniciativa dos outros. Mesmo que seja sozinho. Para isso, existem algumas reflexões muito importantes para começar. Por exemplo: por que ainda não começamos a nos reeducar, abandonando as atitudes cruéis que praticamos no cotidiano? Um mundo melhor e a vida de paz não valem esse esforço? Se vamos continuar matando os seres vivos para nos alimentar, festejando o sofrimento dos animais nos rodeios, abandonando os cachorros e gatos, abandonando as crianças, os doentes, os famintos, os jovens, então para que perdermos tempo pregando a paz que não queremos, ou queremos só pela metade?

Não existe meia paz, meia violência, meia guerra, meio assassinato, meio crime. A maior desgraça para nós mesmos, e para as futuras gerações, é fazermos de conta que não praticamos crueldade todos os dias. É fazermos de conta que crueldade é dos outros e não está à nossa mesa, nem nas nossa relações e atitudes.

Fonte: http://www.anda.jor.br/2011/01/08/de-onde-vem-tanta-crueldade/


domingo, 21 de novembro de 2010

Os 10 mandamentos do pronto-socorro

  1. Se você não sabe o que o paciente tem, dê Voltaren;
  2. Se você não entende o que viu, dê Benzetacil;
  3. Caiu e passou mal, dê Gardenal;
  4. Tá com uma dor bem grandona, dê Dipirona;
  5. Se você não sabe o que é bom, dê Decadron;
  6. Vomitou tudo que ingeriu, dê Plasil;
  7. A pressão subiu? Dê Captopril;
  8. Chegou morrendo de choro, ponha no soro;
  9. Arritmia doidona, dê Amiodarona;
  10. Pelo não, pelo sim, dê Rocefin...
Fonte: www.mediconerd.com

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

E NEM aí...


Se uma escola privada cometer erro ao formular questões nas provas, se errar nos gabaritos etc. é incômodo na certa, ninguém perdoa, pobre escola e pobre professor, ih, esse já foi posto sumariamente na rua! E se o mesmo erro acontecer no ano seguinte? Bom, aí teremos novas demissões. Um escândalo! A escola será crucificada, já era, quem mandou errar?


Eu falei escândalo, é, mas esqueci de dizer que será escândalo somente se acontecer numa escola privada. Ah não? Dá só uma olhadinha no ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio). Tranquilo que nem água de poço! Rsrs. É, mas sinto dizer que esse tal exame tem histórias pra contar. Uma coleção de escândalos. Acho mesmo que o ENEM, por alguma razão inexplicável, optou em colecionar escândalos, coleçãozinha infame essa, tchê. Fico pensando no prejuízo dos alunos, muitos com dificuldades financeiras até pra comparecer no local das provas. Penso também no prejuízo econômico e moral do país. Óbvio, o ENEM já perdeu sua credibilidade, alguém duvida? Eu não. Mas pelo visto, os responsáveis pela educação brasileira não estão nem aí. O presidente Lula, como de hábito, em vez de tomar uma atitude condizente com a gravidade do problema, alardeou lá na África que "o ENEM foi um sucesso". Well, well. E nós com isso se ele gosta de escândalos?

Você não lembra o que aconteceu com o ENEM em 2009? Calmaí, vou refrescar tua memória. Em 2009 as provas foram furtadas da tal de gráfica PLURAL. Sim, cancelaram o contrato, colocaram panos quentes e caiu no esquecimento. Vai uma pizza aí? rsrs. Agora estamos em 2010, e pasme, temos novo escândalo: a gráfica não sei o nome, "esqueceu" de conferir um lote de 21.000 provas!! E precisamente as que saíram com erro!! Por Deus, chega de pizzas.

Esse ano minha irmã foi uma das pessoas"sortudas"que acabaram ganhando a famosa prova amarela (sim, esse azarão é de berço). Se ela foi prejudicada? Claro que sim! Os fiscais tentaram "tapar o sol com a peneira"dando aos alunos, vítimas do erro, provas da cor rosa. Mas o desenrolar da história demorou tanto tempo e causou tanto furor entre alunos e fiscais, que acabaram por perder muito do tempo precioso de resoluçao da prova. Sem contar que tiveram de passar suas respostas do caderno amarelo para o caderno rosa. Detalhe: as questões em cada caderno possui ordens diferenciadas (sistema anti- cola???), o que dificultou ainda mais a passagem de respostas. Tirando isso, toda a linha de raciocínio do indivíduo foi por água abaixo. E para amenizar os ânimos de todos (???) foi dado pelos ficais mais meia hora para TODOS afim de que a prova fosse finalizada.

Tenha dó...

O que era para ser motivo de total orgulho e admiração dos estudantes, tem se tornado um tormento imenso. Posso dizer que esse exame que era para ser um grande meio de inclusão social, tem se demonstrado uma verdadeira falta de respeito com os jovens - HÃM, HÃM alguns nem tão jovens assim. Existem muitos prós e contras em todo o sistema ENEM, porém na organização e aplicação das provas só temos visto grandes erros e inadmissíveis, capazes, e com razão, das grandes Universidades que acabaram decidindo por aderir ao sistema, desistirem e retornarem aos seus vestibulares sérios e eficazes.
Algumas Universidades Federais do país já até se desvincularam...

Mudando um pouquinho de assunto, mas ficando por aqui mesmo, achei uma vergonha o Brasil ocupar o 73º lugar no IDH - Índice do Desenvolvimento Humano que a ONU fez publicar recentemente. Mas pensando bem, depois do que ouvi na TV, tenho mais é que botar minha viola no saco e cantar noutro lugar! Imagine você que, falando sobre o tal escândalo do ENEM, o Ministro da Educação isentou o INEP de qualquer erro. (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais--INEP é o organismo que controla o ENEM). E NEM aí para o escândalo...


sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Pessoas inteligentes bebem mais.

PS: Bem, para muita gente isso não é nenhuma novidade, inclusive eu.

Bebeu demais? Nada de se sentir um lixo: pode considerar a ressaca do dia seguinte um reflexo da sua superinteligência. Soa politicamente incorreto, a gente sabe, mas é o que indicam informações de dois estudos, um feito no Reino Unido (o National Child Development Study) e outro nos EUA (o National Longitudinal Study of Adolescent Health).

Em ambos, pesquisadores mediram a inteligência de crianças e adolescentes de até 16 anos e as categorizaram em uma de cinco classes cognitivas: “muito burro”, “burro”, “normal”, “esperto” ou “muito esperto” (de novo, politicamente incorreto, mas tudo pelo bem da ciência, né?). Os hábitos das crianças americanas foram registrados por sete anos depois disso; já as inglesas foram acompanhadas por mais tempo, até os 40 anos.

Os pesquisadores mediram os hábitos alcoólicos de cada uma conforme elas iam envelhecendo. E eis que as crianças avaliadas como mais inteligentes em ambos os estudos, quando cresceram, bebiam com mais frequência e em maiores quantidades do que as menos inteligentes. No caso dos ingleses, os “muito espertos” se tornaram adultos que consumiam quase oito décimos a mais de álcool do que os colegas “muito burros”. E isso mesmo levando em consideração variáveis que poderiam afetar os níveis de bebedeira, como estado civil, formação acadêmica, renda, classe social etc. Ainda assim, o resultado foi o mesmo: crianças inteligentes bebiam mais quando adultos. E por que, hein?

Há hipóteses (uma, que a gente viu lá no Psychology Today, diz que essa relação entre álcool e inteligência seria um traço evolutivo que começou há cerca de 10 mil anos, quando finalmente surgiu o álcool bebível; até então, o único jeito de ficar alcoolizado era a partir de frutas apodrecidas – coisa séria), mas os pesquisadores ainda não sabem ao certo. Eles alertam, no entanto, que apesar de a tendência a “beber mais” estar de alguma forma ligada à esperteza de cada um, encher a cara não deixa ninguém “mais inteligente”. Ouviu?

Fonte: Revista Superinteressante

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Os bonzinhos só se dão se mal???

Bonzinho só se dá mal? Você mesmo já deve ter soltado essa várias vezes (talvez, trocando o “se dá mal” por algo mais acalorado – normal). Mas sabe essa coisa de se sentir o eterno loser por ser o “nice guy”? Está errada. (A tal máxima, “nice guys finish last”, é atribuída a um treinador de baseball norte-americano, Leo Durocher, que teria dito sobre o time adversário, em 1939: “Olhe para eles! São todos bons rapazes, mas vão terminar por último. Bons rapazes. Terminam por último.”)

Pesquisadores da Universidade do Texas, em Arlington (EUA), dizem que ser bonzinho é, surpreendentemente, bom – pode confiar! “A cultura popular descreve o ’ser bonzinho’ como uma desvantagem social. Mas pesquisas apontam que a agradabilidade está associada a uma série de vantagens”, contam.

Segundo os especialistas, ser um “nice guy” leva a amizades de melhor qualidade, torna a pessoa um pai (ou mãe) melhor, melhora a performance acadêmica e profissional e ainda dá um gás na saúde. O argumento do estudo é que ser bonzinho, ao contrário do que a gente costuma pensar, não é o mesmo que ser facilmente influenciável, nem algo causado por “desejabilidade social” (quando você tenta agradar os outros para ser aceito). “A agradabilidade pode ser o caminho para garantir relações interpessoais duradouras, felicidade, sucesso e bem-estar”. Viu? É ciência.

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/os-bonzinhos-so-se-dao-mal-nao-necessariamente/


domingo, 24 de outubro de 2010

Porto Alegre é a capital brasileira com maior taxa de suicídios

A liderança do Rio Grande do Sul no ranking de ocorrências de suicídios no País levou autoridades de saúde a se reunirem, ontem (30), em Porto Alegre, para definir o conteúdo de um manual de prevenção aos crimes contra a própria vida, ainda em fase de elaboração.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, somente em 2008, 1.158 suicídios foram registrados no Estado. Entres as Capitais brasileiras, Porto Alegre tem o mais alto índice. Proporcionalmente, cinco municípios do Interior tem os maiores níveis: Santa Rosa, Venâncio Aires, São Lourenço do Sul, Candelária e Santiago. As informações são do programa do jornalista Clovis Duarte, transmitido pela Tv Pampa, de Porto Alegre.

"Nestas cidades, a quantidade de casos destoa da média nacional e alcança patamares semelhentes aos de nações como o Japão, onde historicamente o número de suicídios é recorde", revelou o coordenador do Centro de Promoção da Vida do Estado, psiquiatra Ricardo Nogueira. Segundo ele, fatores econômicos, emocionais, familiares e genéticos podem explicar os motivos para o RS enfrentar o problema.

Ele salientou que "na lista dos municípios com as taxas mais altas, há certa predominância de pessoas com etnias germânicas ou italianas, a exemplo de Venâncio Aires, Candelária, e Santa Rosa, mas não há comprovações científicas de que isto seja determinante".

Outra coincidência que pode dar pistas aos especialistas é o fato de os índices mais elevados de suicídios estarem em cidades com intensa produção de tabaco, no Vale do Rio Pardo. "Temos informações de que inúmeras mortes deste tipo ocorreram em Arapiraca, no Estado de Alagoas, onde também há presença forte de fumicultores", relatou Nogueira. A suspeita é que o uso de agrotóxicos possa ter provocado sintomas de depressão em agricultores.

Apesar de liderar o ranking de suicídios entre as capitais de Estados brasileiros, Porto Alegre, proporcionalmente, tem índice de mortes do gênero menores em comparação com municípios do Interior. Contudo, nos quatro anos, aumentou expressivamente o número de casos entre jovens de 15 a 29 anos. A epidemia do crack e o consumo excessivo de álcool podem estar por trás da maioria dos óbitos.

Um manual de prevenção aos suicídios deve ser distribuido pelo governo estadual a partir de novembro. A meta é reduzir o número de mortes em pelo menos 20% nos próximos dois anos.

Fonte: http://www.jusbrasil.com.br

terça-feira, 12 de outubro de 2010

A verdade está na cara, mas não se impõe.

Por favor, quem ainda não tem uma opinião formada sobre o assunto, ou não sabe ainda em quem votar no segundo turno, leia esse texto de Arnaldo Jabour e reflita.

O momento da mudança é agora. Nossos futuros dependem dessa eleição.


'A decisão do TSE que determinou a retirada do comentário de Arnaldo Jabor do site da CBN, a pedido do presidente 'Lula' até pode ter amparo na legislação eleitoral, mas fere o preceito constitucional'


A VERDADE ESTÁ NA CARA, MAS NÃO SE IMPÕE.
(ARNALDO JABOR)


O que foi que nos aconteceu?

No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis, ou melhor,'explicáveis' demais.

Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados, todas as mentiras percebidas. Tudo já aconteceu e nada acontece. Os culpados estão catalogados, fichados, e nada rola. A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe. Isto é uma situação inédita na História brasileira!!!!!!!

Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político, infiltrada no labirinto das oligarquias, mas nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente e, no entanto, tão inútil, impotente, desfigurada!!!!!!!!

Os fatos reais: com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficar no poder 20 anos!!!!Os culpados são todos conhecidos, tudo está decifrado, os cheques assinados, as contas no estrangeiro, os tapes, as provas irrefutáveis, mas o governo psicopata de Lula nega e ignora tudo!!!!! Questionado ou flagrado, o psicopata não se responsabiliza por suas ações. Sempre se acha inocente ou vítima do mundo, do qual tem de se vingar. O outro não existe para ele e não sente nem remorso nem vergonha do que faz !!!!! Mente compulsivamente, acreditando na própria mentira, para conseguir poder. Este governo é psicopata!!! Seus membros riem da verdade, viram-lhe as costas, passam-lhe a mão nas nádegas.

A verdade se encolhe, humilhada, num canto. E o pior é que o Lula, amparado em sua imagem de 'povo', consegue transformar a Razão em vilã, as provas contra ele em acusações 'falsas', sua condição de cúmplice e Comandante em 'vítima'!!!!! E a população ignorante engole tudo.. Como é possível isso? Simples: o Judiciário paralítico entoca todos os crimes na Fortaleza da lentidão e da impunidade. Só daqui a dois anos serão julgados os indiciados - nos comunica o STF. Os delitos são esquecidos, empacotados, prescrevem. A Lei protege os crimes e regulamenta a própria desmoralização Jornalistas e formadores de opinião sentem-se inúteis, pois a indignação ficou supérflua. O que dizemos não se escreve, o que escrevemos não se finca, tudo quebra diante do poder da mentira desse governo. Sei que este é um artigo óbvio, repetitivo, inútil, mas tem de ser escrito...

Está havendo uma desmoralização do pensamento. Deprimo-me: Denunciar para quê, se indignar com quê? Fazer o quê?'

A existência dessa estirpe de mentirosos está dissolvendo a nossa língua. Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os raciocínios. A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV, rádio,tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo.

A cada cassado perdoado, a cada negação do óbvio, a cada testemunha, muda, aumenta a sensação de que as idéias não correspondem mais Aos fatos!!!!! Pior: que os fatos não são nada - só valem as versões, as manipulações.

No último ano, tivemos um único momento de verdade, louca, operística, grotesca, mas maravilhosa, quando o Roberto Jefferson abriu a cortina do país e deixou-nos ver os intestinos de nossa política. Depois surgiram dois grandes documentos históricos: o relatório da CPI dos Correios e o parecer do procurador-geral da república. São verdades cristalinas, com sol a Pino. E, no entanto, chegam a ter um sabor quase de 'gafe'. Lulo-Petistas clamam: 'Como é que a Procuradoria Geral, nomeada pelo Lula, tem o desplante de ser tão clara! Como que o Osmar Serraglio pode ser tão explícito, e como o Delcídio Amaral não mentiu em nome do PT ? Como ousaram ser honestos?' Sempre que a verdade eclode, reagem.

Quando um juiz condena rápido, é chamado de exibicionista'. Quando apareceu aquela grana toda no Maranhão (lembram, filhinhos?), a família Sarney reagiu ofendida com a falta de 'finesse' do governo de FH, que não teve a delicadeza de avisar que a polícia estava chegando.... Mas agora é diferente. As palavras estão sendo esvaziadas de sentido. Assim como o stalinismo apagava fotos, reescrevia textos para contestar seus crimes, o governo do Lula está criando uma língua nova, uma neo-língua empobrecedora da ciência política, uma língua esquemática, dualista, maniqueísta, nos preparando para o futuro político simplista que está se consolidando no horizonte. Toda a complexidade rica do país será transformada em uma massa de palavras de ordem , de preconceitos ideológicos movidos a dualismos e oposições, como tendem a fazer o Populismo e o simplismo.

Lula será eleito por uma oposição mecânica entre ricos e pobres, dividindo o país em 'a favor' do povo e 'contra', recauchutando significados que não dão mais conta da circularidade do mundo atual. Teremos o 'sim' e o 'não', teremos a depressão da razão de um lado e a psicopatia política de outro, teremos a volta da oposição Mundo x Brasil, nacional x internacional e um voluntarismo que legitima o governo de um Lula 2 e um Garotinho depois.

Alguns otimistas dizem: 'Não... este maremoto de mentiras nos dará uma fome de Verdades'!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Aprovado medicamento genérico de uso veterinário

Inspirada na lei de 1999 que instituiu o medicamento genérico de uso humano no país, proposta que cria um sistema semelhante para os medicamentos de uso veterinário foi aprovada nesta quarta-feira (1º) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

A matéria deverá seguir para exame do Plenário com requerimento para votação em regime de urgência.


O texto é um substitutivo da senadora Níura Demarchi (PSDB-SC) a três projetos que tramitam em conjunto tratando do assunto. Ela opinou pela prejudicialidade do PLS 209/02 e do PLC 39/06 e apresentou uma emenda substitutiva ao PLC 3/05, que tem preferência regimental.
O texto modifica a lei que trata da fiscalização de produtos de uso veterinário (Decreto-Lei 467 de 1969). Segundo a relatora, os impactos esperados da entrada dos medicamentos genéricos de uso veterinário no mercado brasileiro são a redução de preços, a maior confiabilidade dos produtos, o aumento da concorrência entre os fabricantes e o impulso à produção nacional.

Ela afirmou também que o barateamento desses medicamentos poderá resultar em um melhor cuidado dos animais o que se traduzirá em menor risco de exposição das pessoas às doenças oriundas dos animais.


De acordo com o substitutivo aprovado, medicamento genérico de uso veterinário é aquele que contém os mesmos princípios ativos que o medicamento de referência de uso veterinário, com a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica, podendo ser com este intercambiável.


Devem ser comprovadas a sua bioequivalência, eficácia e segurança com o medicamento de referência por meio de estudos farmacêuticos. Esses medicamentos devem ser sempre designados pela Denominação Comum Brasileira (DCB), ou seja, aquela que deve ser aprovada por órgão federal competente, ou, na sua ausência, pela Denominação Comum Internacional, ou seja, aquela que é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).


Para registro desses medicamentos junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, deverão ser comprovados os requisitos de bioequivalência em relação ao medicamento de referência, a equivalência terapêutica nas espécies animais a que se destina, além de taxa de excreção, determinação de resíduos e período de carência equivalentes aos do medicamento de referência.


O texto aprovado determina ainda prioridade para o medicamento genérico de uso veterinário nas aquisições do setor público e autoriza o Ministério da Agricultura a adotar medidas especiais relacionadas ao registro, à fabricação, à tributação e à distribuição com a finalidade de estimular o uso do genérico veterinário no país.

Os senadores Augusto Botelho (sem partido-RR), Flávio Arns (PSDB-PR), Marisa Serrano (PSDB-MS) e Rosalba Ciarlini (DEM-RN) destacaram a importância da aprovação da proposta para o setor agropecuário.

Fonte:http://www.senado.gov.br/noticias/verNoticia.aspx?codNoticia=104238

domingo, 21 de março de 2010

Já em clima de páscoa: A química do chocolate

A utilização de chocolate pelos humanos data do período pré-clássico (de 900 AC até 250 DC). Usando a técnica de HPLC (cromatografia líquida de alta resolução, ou, em inglês, High Performance Liquid Chromatography), os cientistas identificaram resíduos de cacau em recipientes de cerâmica maia, utilizados na preparação de alimentos e datados de 600 AC. Numerosas peças de cerâmica e murais maias exibem hieróglifos representando a oferta de chocolate a governantes e deuses. Isto não é surpreendente se considerarmos que a designação latina para cacaueiro, Theobromacacao, significa 'alimento dos deuses'.

Quando, no século XVI, os conquistadores espanhóis introduziram o chocolate na Europa, a versão doce tornou-se um alimento de luxo em todo o continente. Em 1847, Joseph Storrs Fry comercializou, em Inglaterra, as primeiras barras de chocolate, seguido rapidamente pelos irmãos Cadbury.

Desde então, o chocolate é produzido quotidianamente; no entanto, poucos conhecem a forma como afecta o nosso corpo. A comunicação social dá-nos informação, embora, por vezes, confusa, uma vez que alterna entre uma visão condenadora do chocolate, como trazendo grandes riscos para a saúde, e uma outra visão em que exalta os seus benefícios. Afinal, comer uma pequena dose por dia é bom ou é mau?

O chocolate induz uma sensação de prazer que pode ser explicada pelas suas propriedades físicas. O Professor John Harwood e os seus colegas da Universidade de Cardiff acreditam que o elevado conteúdo de estearatos da manteiga de cacau, um ingrediente essencial do chocolate, é responsável pela forma como se derrete e pela sua estabilidade. A manteiga de cacau contém entre 30% e 37% de estearatos na sua composição lipídica. Como consequência, permanece sólida à temperatura ambiente mas, quando consumida, o seu conteúdo em gordura absorve o calor da boca e derrete à temperatura corporal, produzindo o efeito 'derrete-se na boca'.

Desde sempre se sugere que o chocolate possua propriedades afrodisíacas: os Aztecas pensavam que dava vigor aos homens e desinibia as mulheres. Na verdade, existe no chocolate um composto químico, designado triptofano, que é usado pelo cérebro para produzir serotonina, um neurotransmissor que induz sensações de prazer. No entanto, a presença do triptofano no chocolate é em pequena quantidade, pelo que a hipótese de o chocolate provocar um aumento da produção de serotonina é ainda controversa.
A feniletilalanina, que promove sentimentos de atracção, excitação, tonturas e apreensão, também foi identificada no chocolate, mas, uma vez mais, a sua baixa concentração pode ser insuficiente para produzir os efeitos tipicamente associados a este composto.

A teobromina – um estimulante fraco encontrado no chocolate – juntamente com outros compostos químicos, tais como a cafeína, pode ser responsável pela sensação muito característica que se verifica ao comer chocolate. Cientistas do Instituto de Neurociências de San Diego sugerem que o chocolate contém substâncias farmacologicamente activas que produzem um efeito tipo marijuana no cérebro, como a anandamida: um neurotransmissor canabinóide. O chocolate contém também N-oleoletanolamina e N-linoleoletanolamina, que inibem a degradação da anandamida, prolongando os seus efeitos. Sendo assim, os elevados níveis do neurotransmissor podem intensificar as propriedades sensoriais do chocolate (textura e odor), essenciais para induzir o desejo.

O elevado conteúdo em gordura da maior parte dos chocolates – o Dairy Milk da Cadbury contém 30 g de gordura por cada 100 g – implica que, em excesso, o chocolate pode contribuir para a obesidade, responsável por uma série de problemas de saúde, incluindo doenças cardíacas e diabetes. No entanto, nem todas as acusações são justas. A relação que se pensa existir entre o chocolate e o acne tem sido intensivamente estudada ao longo das últimas três décadas. Num estudo de 1969 pela Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia, 65 voluntários com acne moderado comeram: ou barras de chocolate contendo 10 vezes mais chocolate do que o encontrado nas barras comerciais, ou barras idênticas sem chocolate. Os voluntários que, durante quatro semanas, consumiram as quantidades excessivas, não revelaram um aumento significativo de acne.

Além disso, não se provou que o chocolate contribua para o aparecimento de cáries dentárias. Pelo contrário, a manteiga de cacau reveste os dentes e ajuda a protegê-los, prevenindo a formação da placa bacteriana. Embora o açucar no chocolate contribua para a formação de cáries, não o faz mais do que o açucar presente noutros alimentos açucarados. Por outro lado, ao alterarem o fluxo sanguíneo para o cérebro e libertarem norepinefrina, alguns dos compostos químicos do chocolate podem causar enxaquecas.

Provavelmente, o melhor compromisso será comer com moderação e escolher, preferencialmente, chocolate preto. Não só contém mais cacau e proporcionalmente menos açucar e gordura do que o chocolate de leite, mas também é rico em compostos antioxidantes, chamados flavonóides. De facto, o chocolate preto contém mais flavonóides do que outros alimentos ricos em antioxidantes, como o vinho tinto. Os flavonóides previnem vários tipos de cancro, protegem os vasos sanguíneos, promovem o bem-estar cardíaco e contrariam a hipertensão moderada.

O chocolate de leite pode não oferecer os mesmos benefícios. Num estudo específico, vários pacientes, em dias separados, comeram 100 g de chocolate preto, 100 g de chocolate preto com um copo (200 ml) de leite gordo, ou 200 g de chocolate de leite. Uma hora mais tarde, aqueles que comeram apenas chocolate preto exibiam uma concentração superior de antioxidantes no sangue, sugerindo que o leite presente no chocolate de leite pode interferir com a absorção dos compostos antioxidantes.

A ciência consegue explicar as várias características do chocolate que contribuem para a sua popularidade, mas ainda se discute como ocorrerão os seus efeitos pós-consumo. Embora a sua comercialização como produto para a saúde seja pouco provável, comer, com moderação, as variedades mais escuras pode ser benéfico. Mas uma coisa é certa: tanto do ponto de vista científico quanto sensorial, nada se compara ao chocolate.

Fonte: www.scienceinschool.org


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Síndrome do Sapo Fervido em nossas vidas


Hello!

Á alguns anos atrás fiz um tempo de faculdade de administração (ótimo curso e faculdade, mas não era pra mim). Em uma das aulas do primeiro semestre, uma professora muito querida de Teoria Geral da Administração (TGA1) nos passou a "Teoria do Sapo Fervido", que no caso, óbvio, se tratava de situações dentro de uma empresa.

Mas hoje eu cá pensando com meus botões, percebi deveríamos usar esta teoria em todos os segmentos de nossas vidas.

Vários estudos biológicos provam que um sapo colocado num recipiente, com a mesma água de sua lagoa, fica estático durante todo o tempo que aquecemos a água, até que ferva. O sapo não reage ao gradual aumento da temperatura (mudanças do ambiente) e morre quando a água ferve. lnchadinho e feliz. Por outro lado, outro sapo que seja jogado neste recipiente já com a água fervendo salta imediatamente para fora. Meio chamuscado, porém vivo!

Muitos de nós têm comportamento similar ao do SAPO FERVIDO. Não percebem as mudanças, acham que está tudo bem, que vai passar, que é só dar um tempo! E "quebram" ou fazem um grande estrago em suas empresas (vidas, por que não?), "morrendo" inchadinhos e felizes, sem terem percebido as mudanças. Outros, graças a Deus, aos serem confrontados com as transformações, pulam, saltam; em ações que representam, na metáfora, as mudanças necessárias.


Temos vários sapos fervidos por aí, prestes a morrer, porém boiando estáveis e impávidos na água que se aquece a cada minuto. Sapos fervidos que não perceberam que o conceito de administrar (inclusive nossas vidas) mudou.
O desafio ainda maior está na humildade de atuar de forma coletiva.

Fizemos durante muitos anos culto ao individualismo e a turbulência exige hoje, o esforço coletivo, que é a essência da eficácia, como resposta. Tomar as ações coletivas exige, fundamentalmente, muita competência interpessoal para o desenvolvimento e o espírito de equipe; exige saber partilhar o poder, delegar, acreditar no potencial das pessoas e saber ouvir
Os Sapos Fervidos, que ainda acreditam que o fundamental é a obediência e não a competência que manda quem pode e obedece quem tem juízo,"boiarão" no mundo da produtividade e da qualidade.

Agora repense neste texto comparando seu relacionamento, família, finanças, estudos, etc. Tudo pode acabar sofrendo esta síndrome, basta deixar de prestar atenção.


Portanto hoje, estou saindo da panela!


Não quero mais ser este sapo não!!!
Espero que tu também não seja!

Fui-me!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Xiquinho

Conheça o Xiquinho, um dos meus 8 gatos, que é masoquista assumido. Adora levar uns tapas... hehehehehheheh

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Despertar Inadvertido

O despertar inadvertido durante a anestesia (DIDA), ocorre quando um paciente sob o anestesia geral se torna consciente de algum ou de todos os eventos durante a cirurgia ou um dado procedimento e tem a recordação direta daquele(s) evento(s). Por causa do uso rotineiro dos relaxantes neuromusculares durante a anestesia geral, o paciente é frequentemente incapaz de comunicar-se com a equipe cirúrgica se esta complicação ocorrer.

A freqüência do DIDA encontrada em estudos múltiplos varia entre 0,1 e 0,2 por cento de todos os pacientes que submetem-se a anestesia geral.(1,2,3) Levando-se em conta que a administração do anestesia geral chega a 21 milhão (oes) pacientes anualmente nos Estados Unidos, a ocorrência de 20.000 a 40.000 casos da DIDA por ano preocupa bastante. Pacientes tiveram recordações auditivas (48 porcento), sensação de não poder respirar (48 porcento), e dor (28 porcento).(1)
Acima de 50 por cento destes pacientes experimentaram algum tipo de estresse mental no pós anestésico e um certo número deles teve sintomas de síndrome do stress pós traumático.(2,3) Alguns pacientes descrevem estas ocorrências como sua "pior experiência dentro de um hospital," e outras assumiram a determinação de nunca mais submeterem-se outra vez à cirurgia.

A incidência da DIDA é maior nos pacientes em que a dose do anestésico geral teve que ser menor e titulada com cuidado para diminuir efeitos colaterais significativos, por exemplo, pacientes hemodinamicamente instáveis. Os procedimentos identificados como tipicamente desta categoria são as cirurgias cardíacas, obstétricas e do trauma.(4)
Fatores que contribuem ao risco de DIDA incluem o uso crescente da utilização exclusiva de agentes venosos em oposição aos inalatórios e a superficialização prematura da anestesia no fim dos procedimentos, a fim de facilitar a liberação da sala cirúrgica.

Monitorar pacientes sob o anestesia geral para impedir o DIDA pode ser encarado como um desafio. Apesar de uma variedade de métodos de monitorização disponíveis, o DIDA é difícil de reconhecer quando ocorre. Os indicadores fisiológicos típicos e da resposta motora, tal como a pressão arterial elevada, a taquicardia ou o movimento, ou as mudanças hemodinamicas são mascaradas frequentemente pelo uso de agentes paralisantes, usados para conseguir o relaxamento muscular necessário durante o procedimento, bem como a administração simultânea de outras drogas necessárias à manutenção do paciente, tal como betabloqueadores ou bloqueadores de canais de cálcio.


Para superar as limitações de métodos atuais para detectar o DIDA novos métodos estão sendo desenvolvidos, menos afetados pelas drogas usadas tipicamente durante o anestesia geral. Estes dispositivos medem a atividade do cérebro melhor que respostas fisiológicas. Estes dispositivos de eletroencefalografia (EEG) (chamados também monitores do nível de consciência, do nível de sedação ou de profundidade de anestesia) incluem o Índice de Bispectral (BIS)®, freqüência spectral da borda (SEF) e monitores medianos de freqüência (MF). Estes dispositivos podem ter um papel em impedir e em detectar o DIDA nos pacientes com risco mais elevado, minorando a incidência da complicação. Ainda não há evidências suficientes para definir definitivamente o papel destes dispositivos em detectar e em impedir o despertar durante a anestesia; a Joint Commission espera estudos adicionais e mais conclusivos sobre o tema. Em sua revisão do índice Bispectral (o monitor de BIS)®, o Food and Drug Administration determinou que o "uso do BIS ajuda a guiar a administração anestésica e pode ser associado com a redução da incidência de despertar com recordação de eventos em adultos, durante a anestesia geral e/ou sedação."

O profissional da anestesia deve frequentemente pesar os riscos psicológicos do despertar durante anestesia contra os riscos fisiológicos de anestesia excessiva em muitas circunstâncias médicas críticas. A Joint Commission pediu à ASA (American Society of Anesthesiologists) e à AANA (American Association of Nurse Anesthetists) para dirigirem a adequação das práticas de monitoração atuais a respeito dos níveis do anestesia, includo aqueles que envolvem quase nenhuma sustentação tecnológica.

fonte: www.anestesiologia.com.br

domingo, 11 de outubro de 2009

12 Barbies de inspirações um tanto bizarras

Para não passar a data do dia das crianças em branco...

Enjoy!


- Barbie Oreo

- Barbie vampira com diamantes

- A mais cara das Barbies

- Barbie Obesa

- Barbie Amy Winehouse

- Barbie Unicórnio

- Barbie Twilight
- Barbie mãe moderna (????)

- Barbie Muçulmana

- Barbie grávida

- Barbie Zumbi


- Barbie portadora de deficiência física

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Obra do acaso

Um físico explica por que as pessoas têm tanta dificuldade em compreender e aceitar o aleatório - apesar de ele controlar uma boa parte de suas vidas.

Escapando à sequência de faixas nos discos e CDs tradicionais, o iPod Shuffle oferece ao usuário a oportunidade de ouvir sua música em ordem aleatória. Em suas primeiras versões, duas canções do mesmo artista às vezes eram tocadas uma depois da outra, e acontecia até de a mesma música ser tocada duas vezes.

Repetições desse tipo são de esperar em uma série determinada pelo acaso - da mesma forma como não é impossível que o mesmo número apareça em dois lances de dados consecutivos. Os usuários do iPod, no entanto, reclamaram. Sentiram que suas músicas não eram "embaralhadas" adequadamente. A Apple, então, reprogramou o aparelho para eliminar repetições. No dizer de Steve Jobs, presidente da companhia, a função de embaralhamento passou a ser "menos aleatória, para parecer mais aleatória". O episódio ilustra bem uma incômoda particularidade do acaso: as pessoas dificilmente sabem reconhecê-lo. A mente humana foi configurada para encontrar ordem onde ela não existe - e frequentemente toma péssimas decisões com base nesses padrões imaginários.

O Andar do Bêbado (tradução de Diego Alfaro; Jorge Zahar; 264 páginas; 39 reais), do físico americano Leonard Mlodinow - parceiro de Stephen Hawking no livro Uma Nova História do Tempo -, oferece uma didática e saborosa introdução aos mecanismos do acaso - nos quais você, leitor, está inapelavelmente enredado.
Não será por acaso que um físico se dedique a escrever sobre o acaso: essa tornou-se uma linha de estudos forte na física do século XX. Um dos trabalhos pioneiros de Albert Einstein, de 1905, foi sobre as oscilações aleatórias de partículas sólidas em suspensão num fluido, o chamado movimento browniano, causado pelo movimento caótico das moléculas do líquido. O próprio Einstein, porém, não aceitou as conclusões mais radicais da mecânica quântica sobre a indeterminação dos movimentos de partículas subatômicas - daí sua famosa frase "Deus não joga dados". A física, porém, aparece apenas marginalmente no livro de Mlodinow - ele mesmo um tanto errático na carreira científica: depois de um período em universidades prestigiosas como a Caltech, em meados dos anos 80 ele tentou a sorte como roteirista em Hollywood (trabalhou na série Jornada nas Estrelas: a Nova Geração, entre outras) e, mais tarde, como programador de videogames. Hoje, está de volta à Caltech. A linha mestra do livro é a matemática, especialmente a evolução dos cálculos de probabilidade, um dos instrumentos mais poderosos que o gênio humano já inventou para iluminar o acaso - e um dos ramos da matemática que mais se mostram inacessíveis ao entendimento intuitivo. Mlodinow ilustra a deficiência com um caso que ele mesmo viveu: em 1989, seu médico lhe informou que ele tinha aids - ou, mais exatamente, que ele tinha 999 chances em 1 000 de contrair a doença, pois esse seria o nível de exatidão do exame de sangue. Na verdade, se considerasse o fato de que seu paciente não se incluía em nenhum grupo de risco, o médico teria chegado a resultados muito diferentes: nesses casos, apenas um de cada onze resultados positivos seria de pessoa realmente infectada pelo HIV. Mlodinow, de fato, fora vítima de um falso positivo. Jogos de azar, com seus resultados perfeitamente aleatórios, são um campo fértil para o estudo do acaso e da probabilidade. Um dos pioneiros nesse campo da matemática foi um italiano do século XVI chamado Gerolamo Cardano, jogador compulsivo que deixou uma obra clássica, O Livro dos Jogos de Azar. Até matemáticos inteligentes - mas com pouca experiência na jogatina - tropeçam nas probabilidades envolvidas em uma aposta. Jean Le Rond D’Alembert, matemático francês do século XVIII, examinou as chances de dar cara quando duas moedas são lançadas. D’Alembert especulou que haveria três possibilidades - zero, uma ou duas caras, cada uma delas com chances iguais de um terço. Estava errado, como explicaria Cardano. Na verdade, é preciso considerar a se-quência de resultados com ambas as moedas. As possibilidades não são três, mas quatro: cara-coroa, coroa-cara, cara-cara e coroa-coroa. Há, portanto, 50% de chance de uma cara, 25% de duas e 25% de nenhuma. O acaso absoluto é uma forma de perfeição. Programas de computador complexos são planejados para criar sequências numéricas puramente aleatórias. Mesmo um dado não viciado pode apresentar minúsculas irregularidades que favoreçam um ou outro número (ainda que sejam necessárias dezenas de milhares de lances do dado para que se descubra que números são esses). Um dos casos mais curiosos narrados por Mlodinow é o de Joseph Jagger, um engenheiro inglês que, em 1873, analisou as roletas de um cassino de Monte Carlo ao longo de seis dias em busca de irregularidades. Descobriu que uma das roletas estava, de fato, privilegiando nove números - e ficou rico apostando neles. Na verdade, foi um lance de sorte: a análise matemática mostra que a regularidade que Jagger julgou ter visto em seis dias de observação era tênue. Os nove números poderiam ter surgido por obra do acaso. A ilusão de que temos o conhecimento necessário para controlar as variáveis mais doidas do mundo cotidiano - como os números de uma roleta - provoca equívocos nas mais diversas atividades.

Em todos os esportes profissionais, o técnico de um time costuma ser responsabilizado quando amarga várias derrotas sucessivas. É comum que ele seja demitido e substituído por outro. Economistas já fizeram análises rigorosas dos resultados obtidos por equipes que mudaram de técnico e chegaram a uma conclusão que surpreende torcedores e cartolas: a mudança não faz diferença, porque, com perdão do trocadilho, há muitas outras coisas em jogo. Hollywood também nutre uma crença insensata nos poderes divinatórios de seus executivos para produzir estouros de bilheteria. Mlodinow lembra o caso de Sherry Lansing, que presidiu o estúdio Paramount ao tempo em que este lançou sucessos gigantescos como Titanic e Coração Valente - mas acabou demitida em 2004, depois de uns poucos anos de maus resultados. Os filmes que Sherry deixou no forno ao sair, como Guerra dos Mundos, voltaram a dar lucro. A preferência do espectador por este ou aquele filme (ou livro, ou novela, ou candidato político) está sujeita a tantos fatores arbitrários que ninguém sabe de fato prevê-la, argumenta Mlodinow.
O Andar do Bêbado foi publicado nos Estados Unidos em meados de 2008, pouco antes de a crise econômica mostrar suas garras. Não haveria momento mais oportuno. Os fatos confirmaram a mensagem básica de Mlodinow: os ganhos de hoje não permitem prever mais riqueza amanhã.

Um comentarista esportivo americano chamado Leonard Koppett anunciou, em 1978, um método infalível para prever, no início de cada ano, se o mercado de ações cairia ou subiria: baseava-se no vencedor do campeonato de futebol americano do ano anterior. Absurdo, sem dúvida - mas, nos dezenove anos seguintes, Koppett acertou a aposta dezoito vezes. A leitura inconsequente desses fatos sugeriria apostar em qualquer coisa - ações, dados, moedas, cavalos -, pois tudo depende apenas da sorte. A moral do livro de Mlodinow é outra. Fracasso ou sucesso estão sujeitos a forças que nenhum sistema ou indivíduo pode controlar plenamente. A consciência do acaso pode ser libertadora.


Fonte: Revista Veja

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Lugar de notívago é na Europa

A Suécia começou em 2007 uma nova revolução social, com a introdução da chamada "Sociedade B" --uma sociedade que leva em conta os diferentes ritmos biológicos dos indivíduos para introduzir horários alternativos de funcionamento para escolas, locais de trabalho, universidades e organizações.

A primeira instituição sueca a implementar o esquema foi uma escola secundária de Gotemburgo, que a partir de setembro de 2007 começou a oferecer turnos opcionais entre 20h e 8h.

"Por que precisamos trabalhar todos no mesmo horário e enfrentar os mesmos engarrafamentos?", pergunta o manifesto do movimento B-Samfundet ("Sociedade B"). "Por que temos de correr ao mesmo tempo para pegar as crianças na escola antes que elas fechem? Por que tudo tem de funcionar nos mesmos ritmos e horários se isso causa problemas gigantescos na infra-estrutura da sociedade?"

A Sociedade B se baseia em pesquisas científicas que indicam que cada indivíduo tem seu próprio ritmo biológico, uma espécie de "relógio interno" que é geneticamente determinado.

Segundo essas pesquisas, uma "pessoa B" possui um ritmo interno de 25 a 27 horas, enquanto o de uma "pessoa A" tem um ciclo de 23 horas. As "pessoas B" são mais produtivas no final do dia e têm dificuldades de despertar de manhã cedo, que é quando as "pessoas A" são mais ativas.

Segundo os criadores, esse é um movimento contra a tirania do despertador, que ao mesmo tempo se encaixa no debate sobre a criação de uma sociedade de horários mais flexíveis, com maior equilíbrio entre trabalho e lazer -e melhor qualidade de vida.

"Nosso objetivo é acabar com as rígidas disciplinas de horário da sociedade industrial, em que todos chegam ao mesmo tempo e saem na mesma hora", disse em entrevista à BBC Brasil Erika Augustinsson, vice-presidente do B-Samfundet. "Vivemos em uma nova sociedade e queremos criar um novo jeito de viver, que respeite também os diferentes ritmos internos das pessoas", acrescentou.

Escolas

Erika destaca que esses diferentes ritmos biológicos também são uma realidade nas escolas, onde um grande número de crianças e adolescentes tem dificuldades de concentração pela manhã.

Ou seja, esses alunos não têm exatamente preguiça de levantar para ir à escola --eles são apenas "pessoas B".

Na escola Vasa Lärcentrum, na cidade de Gotemburgo, o turno da tarde/noite está sendo introduzido depois de uma pesquisa realizada com os 150 alunos da instituição.

"A pesquisa mostrou que muitos estudantes consideraram a idéia bastante positiva", contou à BBC Brasil Ingela Welther, gerente de planejamento do Departamento de Educação do governo de Gotemburgo.

Segundo ela, a extensão do horário de funcionamento da Vasa Lärcentrum é uma experiência inicial que poderá ser levada às outras escolas da rede pública. "O objetivo é fornecer alternativas que ajudem os alunos a lidar melhor com seus estudos e a completar sua educação com êxito."

Ingela Welther destacou ainda que a introdução do cronograma alternativo possibilita também o melhor aproveitamento das instalações da escola, que poderá absorver mais alunos.

Em outubro do mesmo ano, o movimento "Sociedade B" lançou o primeiro website do mundo direcionado a oferta e busca de empregos para "pessoas B".

Mais um GIGANTESCO motivo para eu achar que meu lugar é no velho mundo.

Carpe Noctem!!!

Fonte: BBC Brasil

Merchan merecido - Groelândia

Dirigido por Rafael Figueiredo, o curta Groelândia, acaba de ser selecionado para o Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo, que acontece de 20 a 28 de agosto de Sâo Paulo, e para a Mostra Gaúcha do 37º Festival de Gramado, que acontece de 9 a 15 de agosto na Serra gaúcha. Groelândia teve financiamento do Fumproarte e foi filmado em janeiro de 2009 em Porto Alegre. No elenco principal, estão Celso Zanini (ator, músico e compositor), Liane Venturella e Guilherme Kury. O roteiro original é de Cristina Gomes.
No filme, o personagem principal (Franco) volta para casa depois de 10 anos. Ao atravessar a porta, ele encontra a mãe e um passado indesejado.

Confiram o trailer e fiquem na torcida!

sábado, 8 de agosto de 2009

Saudade é uma droga

Saudade pode provocar sintomas parecidos aos da crise de abstinência, indica estudo. Níveis de cortisol no organismo se elevam quando pessoas próximas ficam distantes

Ficar longe da pessoa amada pode provocar sensações semelhantes às da abstinência de drogas.


Este é o resultado de um estudo feito nos Estados Unidos pela psicóloga Lisa Diamond, da Universidade de Utah, que investigou por que casais apaixonados, pais, filhos e amigos com uma ligação muito próxima se sentem mal quando estão separados.


No estudo, a psicóloga separou casais por uma período de até uma semana, e percebeu que a maioria dos participantes ficava mais irritado e com dificuldades para dormir, resultado da elevação de cortisol, o hormônio do estresse, no organismo. Além disso, os participantes também relataram um aumento da ansiedade, de um mal-estar generalizado e do desconforto em diversas situações do cotidiano.

De acordo com a pesquisadora, estes sintomas são parecidos com os de viciados em drogas que estão passando por um processo de desintoxicação, só que em uma proporção menor.

Segundo Lisa Diamond, a “dor” provocada pela saudade também é comum entre pais e filhos, apesar de a estrutura do relacionamento ser diferente do das relações amorosas.

– Tanto nas relações românticas adultas como nos relacionamentos entre pais e filhos existe um desejo de cuidar do outro, o que aumenta a resistência à separação – escreve a pesquisadora.

Ela nota que sofrer demais, no entanto, não é normal, e que se a saudade começar a atrapalhar o cotidiano, é hora de procurar ajuda profissional.

Fonte: revista Scientific American

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

As verdadeiras Princesas

Achei estas fotos fuçando no site da fotógrafa Dina Goldstein e não pensei duas vezes em trazê-las aqui pro meu blog. São remakes das clássicas histórias das Princesas que a Disney "enfeitou"sobre as originais dos irmãos Grimm, na qual trazia uma visão considerada cruél, imoral ou até mesmo vingativa sobre seus personagens.
Alinhar ao centro
Um pouco forte... mas muito bom!!!!
Enjoy!
Ariel

Bela Adormecida

Cinderela

Chapéuzinho vermelho

Jasmine

Branca de Neve

Rapunzel

Bela (de Bela e a Fera)